Big Data na saúde: qual o futuro da análise de dados no segmento?

Você já percebeu como as informações estão cada vez mais detalhadas e como elas têm sido usadas estrategicamente em vários setores da indústria? E pensando sobre isso, você sabe o que é Big Data na saúde? Não? Então chegou ao lugar certo. Para te mostrar como essa tecnologia pode ser importante para a medicina e outras áreas relacionadas, o blog Vida de Consultório, criado e gerenciado pela ClinicCo, elaborou um guia completo a respeito do assunto.

Aqui vamos lhe explicar o que é Big Data, como ele tem sido utilizado no segmento da saúde e quais as tendências desta inteligência para os próximos anos. Além disso, abaixo você descobrirá como a análise de dados pode ser usada no tratamento e na prevenção de doenças, e também como a medicina de forma geral se beneficia com o estudo dos conjuntos de informações. Vamos lá?

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O que é Big Data

Big Data é uma solução que reúne o máximo de informações possíveis sobre um determinado assunto em mesmo lugar. Além de juntar os dados, esta estrutura é compartilhado com demais pessoas de um mesmo setor e pode ser abastecida com frequência por diversos profissionais. Ou seja, é como se fosse uma grande biblioteca virtual, mas composta por conhecimentos reais colhidos por um sistema.

Portanto, o Big Data na saúde seria uma forma de unir informações de todos os pacientes em um único programa que pudesse ser acessado por qualquer hospital. Isso permite mais agilidade ao atendimento prestado a este indivíduo, sem a necessidade de, por exemplo, repetir exames que já estão arquivados na plataforma, além de trazer outras facilidades que falaremos mais à frente.

Como o Big Data é usado na saúde

Como pudemos explicar resumidamente no tópico anterior, com o Big Data na saúde os dados de um enfermo estaria disponível para qualquer centro hospitalar e tais “fichas” poderiam ser frequentemente alimentadas com novas informações. E não para por aí: estes mesmos relatórios permitiriam a comparação para tratar determinadas doenças. Ou seja, as vantagens são inúmeras.

Quanto à comparar as informações, estamos falando do Big Data Analytics na saúde, uma tecnologia onde a partir de inúmeros dados coletados em um sistema integrado com laboratórios, hospitais, clínicas e consultórios, pode haver a análise de enfermidades através do cruzamento informações. O que isso significa? A possibilidade de se prevenir a evolução de uma doença por meio de exames de imagens com pacientes em estágios diferentes do mesmo problema, por exemplo.

Assim, ao equiparar casos de pessoas com a mesma disfunção, mas que se submeteram a diferentes tratamentos ou que tenham hábitos de vida diversos, tais investigações podem contribuir com a medicina de precisão, que concentra dados de todos os tipos — incluindo a análise de DNA — para um diagnóstico mais exato com intervenções personalizados.

As tendências do Big Data na saúde

A medicina pode usar o Big Data Analytics de diversas formas, e já existem países aplicando a tecnologia e se tornando referência para o restante do mundo. Um exemplo é os Estados Unidos, que integrou 94% dos seus hospitais em um sistema único de compartilhamento de dados. 

Esta é uma das tendências que deve chegar em breve ao Brasil, e abaixo elencamos outras duas direções do Big Data na saúde para você ficar de olho:

Prever a quantidade de pacientes

Em Paris, na França, com o uso do Big Data na saúde muitos dados foram reunidos por 10 anos, e agora é possível estimar a quantidade de pacientes que surgem diariamente em um determinado um hospital. Ou seja, a instituição consegue fazer a contratação correta de médicos e enfermeiros, evitando deixar a equipe desfalcada.

Isso acontece a partir do cruzamento de informações, que incluem a época do ano, o crescimento anual da população e as entradas nos pronto-socorros e internamentos. 

Análises a partir de dispositivos Wearables

O uso de Wearables — dispositivos vestíveis que coletam informações cardíacas, pulsação e outras mensagens corporais que são enviadas diretamente para a internet —, faz parte de uma forte tendência: a IoT na saúde. E esses dados também podem ser encaminhados automaticamente para um sistema de Big Data, onde a análise de tais relatórios ajudariam a prevenir infartos ou antecipar uma próxima visita ao médico.

Além dessas tendências na medicina usando o Big Data na saúde, muita coisa ainda pode ser feita com ajuda e análise de tal tecnologia, como estudos de casos de epidemias, tratamentos diferentes para doenças graves — como o câncer — ou pesquisas sobre novas enfermidades.

E já que você é um(a) profissional da saúde que gosta de estar antenado(a) nas inovações do segmento, que tal conhecer uma plataforma inteligente e totalmente online para alugar ou sublocar clínicas e consultórios médicos personalizados? Esta tecnologia já existe e se chama ClinicCo

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